Após convocar Neymar, Ancelotti pede confiança na Seleção para a Copa; treinador renovou contrato até 2030
Durante entrevista coletiva, o treinador afirmou que o grupo escolhido prioriza características coletivas para a disputa do torneio

O técnico Carlo Ancelotti pediu confiança da torcida brasileira após divulgar a lista de 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo FIFA 2026. O anúncio foi realizado nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã.
Durante entrevista coletiva, o treinador afirmou que o grupo escolhido prioriza características coletivas para a disputa do torneio, que será realizado entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá.
“Tenham confiança neste grupo. Pode não ser o grupo perfeito, mas é um grupo focado, concentrado, humilde e altruísta. Minha ideia é baseada no coletivo”, afirmou Ancelotti.
O treinador italiano também confirmou a renovação de contrato com a Confederação Brasileira de Futebol até a Copa do Mundo de 2030.
Neymar foi tema da coletiva da Seleção Brasileira
A presença de Neymar entre os convocados esteve entre os principais assuntos abordados na entrevista.
Segundo Ancelotti, o atacante do Santos Futebol Clube pode contribuir com a equipe durante o Mundial, independentemente do tempo em campo.
“O escolhemos porque acreditamos que ele pode ajudar a equipe com suas qualidades, mesmo que jogue poucos minutos”, declarou o treinador.
Apesar disso, Ancelotti afirmou que Neymar não terá posição garantida entre os titulares e que o desempenho nos treinamentos será determinante.
“Serei claro: Neymar jogará se merecer. Os treinos vão decidir isso. Não é correto colocar toda a expectativa em apenas um jogador”, explicou.
Técnico falou sobre pressão e expectativa da torcida
Na entrevista, Carlo Ancelotti também comentou a pressão de comandar a Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo.
De acordo com o treinador, a relação do Brasil com o futebol aumenta a responsabilidade da comissão técnica e dos jogadores durante a competição.
“Isso mostra a paixão que o país tem pelo futebol e pela seleção. A pressão virá quando começarmos a jogar a Copa”, afirmou.
O treinador destacou ainda que o processo de convocação foi amplo e envolveu a análise de mais de 60 atletas antes da definição da lista final.



