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Posição de Lula quanto a questões delicadas no cenário internacional podem minar possibilidade de Belém ser sede da COP30

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, indicou Belém para sediar a COP30, importante discussão das Nações Unidas sobre meio ambiente. Essa escolha ganha destaque por conta do Brasil abrigar a maior floresta tropical do mundo, a Amazônia. No entanto, a posição do presidente em relação à Guerra na Ucrânia e sua falta de cumprimento de obrigações ambientais têm causado preocupação em países da União Européia e EUA. Essas questões podem minar a possibilidade de Belém ser sede da COP30.

Um documento confidencial que aborda as relações entre a UE e países emergentes, como Brasil, Chile, Nigéria e Cazaquistão, aponta a negatividade do trabalho atual da diplomacia brasileira e a postura do país quanto a questões delicadas no cenário internacional. O “Plano de Ação da UE sobre as Consequências Geopolíticas da Invasão Russa da Ucrânia em Países Terceiros” detalha estratégias para manter ou reaproximar a proximidade dos quatro países, incluindo o Brasil.

O arquivo analisa a ação de cada país e cita um “ambiente geopolítico competitivo”, onde há uma “batalha de ofertas” como justificativa para a renovação de estratégias nas parcerias internacionais. Embora o documento não contenha informações reveladoras, ele destaca a postura negativa do Brasil em relação a questões delicadas no cenário internacional, o que pode prejudicar sua candidatura para sediar a COP30.

É importante lembrar que a escolha da sede da COP30 ainda não foi definida e, portanto, há tempo para o Brasil reverter essa situação. O país precisa mostrar um comprometimento maior em relação às questões ambientais e diplomáticas, a fim de garantir uma posição de destaque no cenário internacional. A preservação da Amazônia é um fator fundamental nesse sentido, já que é uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta e um importante mecanismo de regulação climática global.

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