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Palacete Bolonha será entregue pela Prefeitura de Belém completamente restaurado

Nesta segunda-feira, 28, às 18h, a Prefeitura de Belém entrega as obras de restauro do Palacete Bolonha, um dos monumentos arquitetônicos do patrimônio histórico da cidade, que depois da restauração vai funcionar como Casa Museu. A obra contemplou a parte interna e externa do prédio histórico, que data da Belle Époque, no início do século XX, respeitando o valor histórico e a beleza de cada detalhe da arquitetura eclética do local.

Os serviços executados contemplam reforma e restauro geral de telhado, paredes, pisos, janelas, portas, esquadrias, forros, instalações elétricas, hidráulicas e banheiros. Além disso, as salas foram climatizadas e modernizadas com sistema de som, instalação de Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA) e sistema de segurança com câmeras. 

História – Construído na primeira década do século XX, durante o Ciclo da Borracha (1879-1945) pelo engenheiro civil Francisco Bolonha, o luxuoso palacete resgata o requinte das edificações europeias, aliadas à forte influência das técnicas de exposições industriais europeias do período. As diferentes molduras do prédio imprimiu no espaço urbano de Belém significativos exemplares de um novo estilo de arquitetura: o ecletismo, que reúne estilos como o neoclássico, o art noveau, o barroco e o rococó. 

A estrutura do palacete conta com cinco pavimentos, que são: térreo (destinado às áreas de serviços e dependências de empregados), 1º pavimento (destinado à área social), 2º e 3º pavimentos (destinados à família e onde se encontram os ambientes íntimos) e 4º pavimento (um salão/mansarda que funciona como mirante e depósito). De acordo com relato de familiares, a simbologia da construção do palacete retrata o sentimento e a promessa de Francisco Bolonha à sua esposa, Alice Tem-Brink, para quem o engenheiro construiu o Palacete Bolonha de maneira a dar condições de conforto e bem-estar à sua vinda a Belém, que certamente se mostrava longínqua e desconhecida para ela, que morava na cidade do Rio de Janeiro, então capital da República.

Fonte Agência Belém

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