O CHIFRE, A ÍNDIA E O TINDER
Por : Eduardo Cunha
Olha, para quem decidiu seguir a sugestão da Fernanda Torres no comercial das Havaianas e passou o réveillon sem o pé direito, acreditando que essa simpatia poderia fazer milagres, parece que os passos não saíram como esperado.
O ano começou com a prisão cinematográfica do ditador venezuelano Nicolás Maduro, capturado por um esquadrão de elite dos EUA.
A cena correu o mundo, e até o moleton da Nike – a famosa “empresa imperialista yankee” – que ele usava no momento da captura, virou uma febre de moda.
Curioso, no entanto, é o fato de a imprensa quase não mencionar a prisão da esposa de Maduro, que estava ao lado dele. Dela, nada se sabe. No entanto, ela parece guardar segredos capazes de abalar os alicerces do mundo político, especialmente no que diz respeito às conexões entre governos progressistas latino-americanos, narcotraficantes e o Foro de São Paulo.
Vê-se que nem só os homens vivem de delações, as mulheres também. Vamos aguardar os próximos capítulos dessa novela.
É, parece que nem só “Os Simpsons” fazem previsões. Fernanda Torres também sabe o que diz. E, para quem não percebeu, os dois pés da campanha publicitária das Havaianas deram um passo firme na porta do Palácio de Miraflores.
Mas, deixando os bolivarianos de lado por um momento, vamos falar sobre os marxistas-leninistas papa- chibé,s ou melhor, sobre a turma do “O Ed voltou”.
Se vocês quiserem saber, eu conto!
Ao que tudo indica, em 2026 o Tinder ganha um novo perfil de “fêmea cis não-binária progressista, marxista, indigenista” e outros “istas”. Agora, a “solteiríssima” Nice Tupinambá, ex do finado eminência parda de Belém, Aldenor Jr., é a nova sensação.
Fofoca? Não, ela fez questão de divulgar tudo em suas redes sociais, exibindo seu corpitcho e prometendo revelações sobre chifres e escândalos. Seriam as histórias de corrupção e desvios de dinheiro público do governo de Edmilson Rodrigues, como o caso dos 150 milhões da SESAN, investigado pela Polícia Federal na Operação Óbole de Caronte? Ou, quem sabe, os ônibus elétricos comprados para o BRT, mas que nem podem ser usados?
Como diz o velho ditado popular, “acabou o dinheiro, acabou a amizade”. O problema é que o tamanho do estrago que essa “índia fake” ainda pode causar permanece um mistério. Uma coisa, porém, é certa: ou ela está à procura de um date com um saradão do Tinder, ou, na melhor das hipóteses, tentando dar match com o Ministério Público.
De qualquer maneira, temos apenas uma certeza, o resultado vai ser “f0d@”.
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