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Dono da Havan detonou pichadores, não Belém como disse o DOL

Mais um dia na redação do DOL. Pautas. Demandas. Ordem específicas. Detalhes polidos (e escondidos). Barulho de teclado. Um bom jornalismo?

A resposta a essa pergunta é bem fácil e direta: NÃO. O DOL e o Diário não praticam um bom jornalismo, são apenas instrumentos persuasivos dos seus donos. A família Barbalho.

Hoje o DOL reforçou mais uma vez isso. Publicou uma reportagem falando sobre as pichações no muro da Havan em Belém. Inaugurada há menos de uma semana, o muro da loja pelo lado da avenida Transcoqueiro amanheceu riscado.

Luciano Hang reagiu em suas redes sociais e foi duro contra os bandidos que fizeram isso, disse que vai instalar câmeras de segurança para identificar os pichadores e pediu ajuda da população.

No entanto, ao invés de relatar os fatos, sem politicagem e apego ideológico, o DOL remodelou a interpretação, ou melhor, quis colocar palavras e afirmações irreais, na boca do “Véio da Havan”.

Quem leu apenas o título da matéria é induzido a acreditar que Luciano Hang falou mal de Belém. Uma lástima para o jornalismo.

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