Motoristas de aplicativo em Belém relatam mensagens com oferta de sexo oral enviadas por perfil desconhecido
Perfil identificado como "Lin" estaria enviando mensagens privadas a motoristas da Uber. Casos semelhantes foram compartilhados em grupos de condutores nas redes sociais.
Motoristas de aplicativo de Belém estão relatando o recebimento de mensagens incomuns enviadas por um perfil identificado apenas como “Lin”, sem foto e sem outras informações aparentes. Segundo os relatos, a pessoa oferece a realização de sexo oral durante conversas iniciadas pelo próprio aplicativo.
As mensagens começaram a circular entre motoristas da Uber e rapidamente passaram a ser compartilhadas em grupos da categoria nas redes sociais e aplicativos de mensagens. De acordo com os condutores, o conteúdo enviado é semelhante em todos os casos, indicando que diversos profissionais receberam a mesma abordagem.
Até o momento, não há informações sobre quem está por trás do perfil, quantos motoristas foram contatados ou se houve algum encontro decorrente dessas mensagens.
O caso chamou atenção entre os profissionais, que passaram a alertar colegas sobre a situação e a recomendar cautela ao receber contatos desse tipo. Alguns motoristas também orientam que qualquer comportamento suspeito seja comunicado à plataforma.
Existe um “código da bala Halls”?
Junto com os relatos, voltou a circular nas redes sociais uma antiga história de que motoristas deixariam uma bala Halls exposta no veículo como um suposto sinal de disponibilidade para receber favores sexuais como forma de pagamento.
Apesar de a teoria ser amplamente compartilhada na internet há anos, não há qualquer comprovação de que exista um código oficial ou prática disseminada entre motoristas de aplicativos. O assunto já foi alvo de debates em fóruns e redes sociais, mas permanece no campo dos relatos informais, sem confirmação por parte das empresas ou de entidades representativas da categoria.
Também já houve reportagens mostrando que alguns motoristas, de forma individual, negociaram programas sexuais durante corridas por motivos financeiros. No entanto, esses casos representam iniciativas particulares e não caracterizam uma prática da categoria como um todo.
Até o momento, a Uber não se manifestou sobre os relatos envolvendo o perfil “Lin”.



