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Helder Barbalho critica taxação dos Estados Unidos e defende soberania nacional

Durante evento em Curuçá, governador do Pará se posiciona contra medida do governo Trump e reforça discurso em defesa da autonomia do Brasil

O governador do Pará, Helder Barbalho, criticou nesta sexta-feira (11) a taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos ao Brasil durante o governo de Donald Trump. A declaração foi feita em evento público no município de Curuçá, no nordeste do Pará, durante a entrega de uma unidade do programa “Creche por Todo o Pará”.

Durante o pronunciamento, Helder utilizou a camisa da seleção brasileira e afirmou que a escolha foi uma forma simbólica de protesto contra a medida do governo norte-americano. Ele classificou a taxação como uma tentativa de reduzir a importância do Brasil no cenário internacional.

“Hoje eu resolvi sair de casa com a camisa do Brasil porque eu não posso ficar calado e não me indignar com o que eu tenho visto nos últimos dois dias”, declarou. “Não podemos permitir que nenhum país ache que pode ser superior ao Brasil”, completou o governador.

A fala também foi publicada nas redes sociais de Helder Barbalho, onde ele reforçou a posição contrária à decisão dos Estados Unidos. Segundo o governador, defender o país é uma responsabilidade coletiva dos brasileiros.

“Esta é a camisa que eu visto hoje e vou vestir sempre. É a camisa do meu país. Isso é o que representa ser patriota: defender o Brasil dos brasileiros, o Brasil que acredita na força do trabalho e do resultado”, escreveu.

Na sequência, Barbalho afirmou que o Brasil deve manter sua soberania e que a população precisa estar unida para enfrentar decisões externas que impactam a economia nacional. “O Brasil se escreve com ‘S’, de soberano, e nós não vamos abrir mão de lutar pelo que for melhor para o nosso país”, afirmou.

O governador concluiu o discurso com um apelo à união nacional: “Só quem manda no Brasil é o povo brasileiro. Que isso possa unir a nossa pátria em defesa do emprego, da justiça social e da transformação de um país mais justo.”

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