BELÉMNOTÍCIASPará

Energy Assets é autorizada a iniciar operação de oito termelétricas no Pará

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou a empresa Energy Assets do Brasil a iniciar a operação em teste de oito usinas termelétricas no Pará, totalizando 10 megawatts (MW) de potência instalada.

As unidades utilizam óleo diesel como combustível e estão situadas em municípios atendidos por sistemas isolados — localidades que não são interligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e dependem de geração própria para o fornecimento de energia.

Os despachos com as autorizações foram publicados na edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial da União (DOU).


Municípios contemplados

As usinas receberam os nomes dos municípios onde estão instaladas:

Gurupá

A UTE Gurupá foi autorizada a testar as unidades geradoras (UGs) 12 a 16, com potência somada de 2,2 MW.

Muaná

A usina poderá iniciar os testes das UGs 13 a 16, totalizando 2,5 MW.

Faro

A UTE Faro recebeu autorização para testar as unidades geradoras 1, 2, 7 e 8, com capacidade de 1,7 MW.

Afuá

Também integra o conjunto de usinas autorizadas a entrar em fase de testes.

Além dessas, os empreendimentos localizados em:

  • Prainha
  • Porto de Moz
  • São Sebastião da Boa Vista
  • Terra Santa

foram autorizados a testar, juntos, 1,7 MW, sendo aproximadamente 0,440 MW para cada unidade.


Energia para sistemas isolados

A Energy Assets é especializada no fornecimento de energia para sistemas isolados, comuns em regiões remotas da Amazônia. Nessas localidades, a geração térmica a diesel ainda é predominante, devido às limitações logísticas e à ausência de conexão com grandes linhas de transmissão.

A fase de operação em teste permite verificar o desempenho técnico das unidades antes da entrada definitiva em operação comercial, etapa necessária para garantir estabilidade e segurança no fornecimento de energia às populações atendidas.

Com a liberação, a expectativa é reforçar o abastecimento elétrico em municípios do interior paraense, especialmente em áreas com maior vulnerabilidade energética.

Etiquetas

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo
Fechar