A Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará (CPH) assumiu oficialmente a administração do Porto da Balsa de Icoaraci, em Belém, e do Porto do Camará, terminal hidroviário localizado em Salvaterra, no arquipélago do Marajó. A medida reforça a estratégia do Governo do Estado para melhorar a estrutura do transporte hidroviário paraense, considerado essencial para a integração regional.
A nova gestão será realizada por meio de terceirização operacional da Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico em Belém (Sinart). A expectativa é ampliar a demanda de passageiros e veículos com a chegada de novas embarcações e melhorias nos serviços oferecidos aos usuários.
Segundo a CPH, a iniciativa busca fortalecer a competitividade do setor hidroviário, garantindo maior eficiência nas operações, mais acessibilidade e melhores condições de atendimento à população que depende diariamente das travessias.
O presidente da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará, Anderson Rocha, destacou que a mudança representa um avanço estratégico principalmente para o Marajó, região que depende diretamente do transporte aquaviário para circulação de pessoas, mercadorias e serviços.
“Assumir a administração dos portos da Balsa de Icoaraci e do Camará representa mais um passo importante para fortalecer o transporte hidroviário no Pará. Nosso compromisso é garantir mais conforto, segurança, acessibilidade e eficiência para todos os usuários”, afirmou.
Ligação estratégica com o Marajó
O Porto da Balsa de Icoaraci funciona diariamente com viagens para o Porto do Camará, em Salvaterra, principal porta de entrada do arquipélago marajoara. As saídas das embarcações ocorrem a partir das 6h30, conforme a programação operacional.
Além dos dois novos terminais sob responsabilidade da companhia, a CPH também administra os terminais hidroviários da Estação das Docas/Marechal Hermes, Tamandaré, na Cidade Velha, e o terminal hidroviário de Icoaraci.
A expectativa do governo estadual é que as mudanças contribuam para modernizar a logística hidroviária do Pará e melhorar o fluxo de passageiros e cargas entre Belém e o Marajó, especialmente em períodos de alta demanda turística.



