BELÉM

Morte de peixes no Parque do Utinga: calor é hipótese, mas causa ainda é investigada

Animais foram encontrados no Igarapé do Yuna e no Lago do Bolonha; equipes técnicas monitoram a água e realizam análises.

A morte de peixes no Parque Estadual do Utinga, em Belém, levou à mobilização de equipes ambientais para investigar as condições da água no Igarapé do Yuna e no Lago do Bolonha. O caso chamou a atenção de frequentadores no domingo (18) e voltou a repercutir na segunda-feira (19).

Segundo informações atribuídas ao Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), uma das hipóteses é que as altas temperaturas tenham contribuído para a redução do oxigênio dissolvido na água, fenômeno conhecido como hipóxia ambiental. A causa, no entanto, ainda não foi confirmada.

As equipes técnicas trabalham na retirada dos peixes mortos para análise e acompanham a qualidade da água nos pontos afetados. O resultado das avaliações deverá ajudar a esclarecer o que provocou a morte dos animais e se há outros impactos no ecossistema.

O parque chegou a ser fechado no domingo após a identificação dos peixes mortos. A gestão informou que a unidade também teria fechamento para manutenção programada nesta terça-feira (20), mas é necessário confirmar diretamente com o Ideflor-Bio o funcionamento atualizado antes de orientar visitantes.

O episódio reforça a importância do monitoramento ambiental em períodos de calor intenso. Até o momento, porém, não há confirmação técnica de que a temperatura seja a causa direta da morte dos peixes.

Etiquetas

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo
Fechar