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Exames apontam que marcas em bebê de Santo Antônio do Tauá não foram causadas por espancamento

Exames iniciais apontaram que as marcas no corpo da criança eram manchas mongólicas, comuns em recém-nascidos. Investigação sobre possível violência sexual segue em andamento.

A Polícia Civil do Pará atualizou, nesta quinta-feira (28), as informações sobre o caso envolvendo um homem acusado de espancar um bebê de três dias em Santo Antônio do Tauá, no nordeste do estado. Segundo laudo inicial do Instituto Médico Legal (IML), as marcas no corpo da criança não foram causadas por agressão, mas identificadas como manchas mongólicas — características em recém-nascidos que desaparecem de forma natural, sem provocar dor ou complicações.

Apesar da conclusão pericial, um novo exame foi solicitado para verificar a hipótese de violência sexual contra o bebê. O suspeito permanece preso, mas poderá ser liberado caso não sejam confirmados indícios de crime no episódio.

A Polícia Civil informou ainda que o homem responde a outro processo por estupro de vulnerável. O caso segue sob apuração pela delegacia de Santo Antônio do Tauá.

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