Uma arara-azul de quinze anos de idade morreu no Bosque Rodrigues Alves Jardim Zoobotânico da Amazônia, em Belém. A espécie é considerada em risco de extinção devido à caça, ao comércio clandestino e à degradação de seu habitat natural.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), a arara, chamada carinhosamente de “Duda” era um macho e morreu há 15 dias com quadro de pneumonia, anemia e coccidiose — uma doença intestinal.
A Semma informou que “arara recebeu o tratamento necessário para as doenças, por meio de medicamentos, porém, não resistiu”.
A morte da arara começou a ser divulgada pelo ex-diretor do Bosque, Claudio Mercês, que costuma visitar o espaço com a família. No domingo, 25, ele postou a denúncia em sua conta do Instagram.
“Fiquei profundamente entristecido ao saber que o mascote do bosque, a bela Arara-Azul chamada Duda, que chegou ainda jovem em 2010, faleceu há um mês. É lamentável que um animal que normalmente vive de 60 a 80 anos em cativeiro tenha morrido prematuramente, aos 15 anos”, escreveu.
Assista:
A arara chegou a Belém em 2010 e há algum tempo a equipe do Bosque procurou promover o pareamento dele com uma ave do sexo feminino.



