O ex-ministro Aldo Rebelo tem se destacado recentemente como um crítico ferrenho da atuação das Organizações Não Governamentais (ONGs) na Amazônia. Em uma entrevista, Rebelo falou de suas preocupações, afirmando que algumas ONGs estão operando como um “governo paralelo” na região, influenciando políticas e projetos.
Rebelo argumenta que a Amazônia é uma área de grande riqueza, tanto em biodiversidade quanto em recursos naturais, e que necessita de um desenvolvimento equilibrado para melhorar as condições sociais da população local. Ele enfatiza a importância de políticas públicas adequadas para garantir um futuro sustentável para a região.
Por outro lado, há quem questione suas afirmações, ressaltando que muitas ONGs atuam em parceria com órgãos públicos, visando contribuir para a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. A controvérsia permanece, gerando um intenso debate sobre o papel das ONGs na Amazônia e sua relação com os interesses nacionais e internacionais. As opiniões variam desde a necessidade de regulamentação até a defesa de uma maior atuação dessas organizações para proteger a região e seus habitantes.



