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Suspeito é preso no Pará por comercialização ilegal de canetas emagrecedoras

Operação Blue Pen apreende medicamentos irregulares em Irituia e São Miguel do Guamá

A Polícia Civil realizou, na segunda-feira (26), a operação “Blue Pen” e prendeu em flagrante um homem suspeito de armazenar e comercializar anabolizantes e canetas emagrecedoras sem registro sanitário no município de Irituia, no nordeste do Pará. A ação teve apoio da Polícia Militar e das delegacias de São Miguel do Guamá e de Irituia.

As investigações apontaram que os produtos eram vendidos de forma irregular em cidades da região, como Castanhal, São Miguel do Guamá e Irituia. Parte do material apreendido não possui autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no Brasil.

De acordo com a Polícia Civil, a operação foi dividida em duas fases. Na primeira, o suspeito foi abordado e preso após oferecer substância controlada a um policial que atuava de forma disfarçada. Com ele, foram encontrados diferentes tipos de anabolizantes e canetas emagrecedoras. As apurações indicam que os produtos teriam origem estrangeira, com entrada no país de forma irregular.

Segundo o delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Irituia, as investigações identificaram uma rede de fornecimento e distribuição dos produtos ilícitos. “A apuração reuniu mensagens e registros de negociação que indicam a oferta frequente dessas substâncias na região”, afirmou.

Na segunda fase da operação, equipes policiais se deslocaram até São Miguel do Guamá, onde localizaram o restante do material vinculado ao investigado. No local, foram apreendidas canetas emagrecedoras, canetas de insulina, frascos e comprimidos de anabolizantes, além de seringas, agulhas e recipientes utilizados para armazenamento e transporte.

O veículo usado pelo suspeito também foi recolhido, com pedido de destinação aos órgãos de segurança pública, conforme prevê a legislação vigente.

A Polícia Civil informou que a operação integra ações voltadas à repressão do comércio ilegal de medicamentos e à proteção da saúde pública. A venda de canetas emagrecedoras falsificadas ou sem registro é proibida no país e pode oferecer riscos à população.

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