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Casa de influenciadora é invadida por homens armados em conjunto de Belém

Criminosos renderam influenciadora e marido no Conjunto Maguari, no bairro do Coqueiro; caso aumenta preocupação após outras invasões semelhantes registradas na capital

A casa da influenciadora digital Adria Lopes foi alvo de uma invasão criminosa na madrugada desta segunda-feira (25), na Alameda 21 do Conjunto Maguari, localizado no bairro do Coqueiro, em Belém.

Segundo informações preliminares, três homens armados invadiram a residência e renderam a influenciadora e o marido durante a ação criminosa.

Os suspeitos levaram um carro, uma motocicleta, roupas, dinheiro em espécie e também realizaram transferências bancárias das contas das vítimas. Até o momento, não há informações sobre prisões.

O caso chama atenção por ser o terceiro episódio com características semelhantes registrado em conjuntos residenciais da capital paraense apenas em 2026.

Sequência de invasões preocupa moradores
Em janeiro deste ano, um homem e o filho de 7 anos foram torturados durante uma invasão a uma residência no Conjunto Pedro Teixeira.

Mais recentemente, outra casa também foi invadida no Conjunto Tenoné.

Agora, o novo caso registrado no Conjunto Maguari aumenta o clima de insegurança entre moradores da região, principalmente pela semelhança no modo de atuação dos criminosos.

Segundo relatos, os suspeitos agem de forma organizada e armada, invadem residências durante a madrugada e rendem as famílias para roubar veículos, objetos de valor e dinheiro.

Moradores também questionam a ausência de prisões até o momento, apesar da recorrência dos casos e da proximidade de unidades da Polícia Militar.

Influenciadora pede repercussão do caso
Nas redes sociais, Adria Lopes afirmou que recentemente perdeu acesso às próprias contas digitais e disse estar contando com a ajuda de amigos e seguidores para dar visibilidade ao caso.

A influenciadora ainda não detalhou oficialmente os prejuízos financeiros causados pela ação criminosa.

Até o momento, as polícias Militar e Civil não divulgaram informações sobre suspeitos identificados ou presos relacionados a este caso ou às outras invasões registradas neste primeiro semestre em Belém.

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