As investigações sobre o desaparecimento do bebê José Arthur, de 1 ano e 6 meses, ganharam reforço a partir desta quarta-feira (8), com o envio de uma equipe da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, de Belém, até Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará.
A criança foi vista pela última vez no dia 26 de março, na Vila Penuana, onde morava com a família.
Entre as linhas de investigação, a Polícia Civil não descarta a possibilidade de sequestro. A principal razão é a ausência de qualquer vestígio do menino, mesmo após intensas buscas na região.
A área onde ocorreu o desaparecimento fica próxima à BR-155, uma das principais rodovias da região, com grande fluxo de veículos. Por isso, as autoridades realizam o levantamento de carros que passaram pelo local no horário do sumiço, além de diligências em pontos de circulação de passageiros.
As buscas contam com apoio de drones, cães farejadores e até equipamentos da Marinha para varreduras em áreas de água. Ainda assim, nenhum indício concreto foi encontrado até o momento.
Outro fator que chama atenção dos investigadores são divergências nos depoimentos de pessoas próximas à criança. Diante disso, a Polícia Civil apreendeu celulares de familiares para análise. Mais de 20 pessoas já foram ouvidas.
Apesar das apurações, até agora ninguém foi preso e não há confirmação oficial sobre suspeitos. As autoridades também não divulgaram quem foi a última pessoa a ter contato com o bebê antes do desaparecimento.
O caso segue em investigação, e a polícia pede que qualquer informação que possa ajudar seja repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181.



