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Ciclus Amazônia é novamente invadida e depredada no Aurá

Episódio ocorre após funcionários terem sido feitos reféns e agredidos

A Ciclus Amazônia, responsável pela gestão de resíduos no aterro do Aurá, em Belém, denunciou um novo episódio de violência e depredação de suas instalações administrativas na noite desta quarta-feira (26). O caso ocorreu um dia após 22 funcionários terem sido feitos reféns, agredidos e roubados no local.

Apesar das dificuldades, a empresa informou, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (27), que mantém a continuidade dos serviços essenciais, como a coleta de orgânicos e varrição. No entanto, a coleta de entulho segue suspensa até que haja condições adequadas de segurança.

Empresa cobra reforço na segurança após ataques no aterro do Aurá

Um dos funcionários da Ciclus Amazônia continua hospitalizado devido aos ferimentos sofridos durante o sequestro-relâmpago na terça-feira (25). A empresa expressou sua gratidão pelo apoio das forças de segurança, incluindo as polícias Militar e Civil e a Guarda Municipal, que atuam para garantir a retomada das operações.

A companhia também informou que está oferecendo assistência médica e psicológica aos colaboradores afetados e reforçou a necessidade urgente de medidas concretas para melhorar a segurança pública na região. Segundo a empresa, a continuidade das operações dependerá da implementação de condições adequadas para a proteção dos funcionários e da comunidade.

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