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No Círio do reencontro, Belém segue mal preparada para receber turistas

Uma volta pela áreas turísticas de Belém e por onde a procissão vai passar, não fique difícil notar que a cidade está mal cuidada como nunca se viu e com a prefeitura em “estado de suspensão” como precisamente definiu o colunista Olavo Dutra.

Nem mesmo aquela maquiagem de véspera apareceu para receber os 50 mil turistas, de acordo com a diretoria da festa, não se observou.

Em breve passada de olhos por alguns trechos da cidade mais próximos do que se prevê de grande movimentação de pessoas durante a temporada, a constatação é de situação triste, quando não, de penúria, tamanho o descaso do poder público municipal. Das calçadas do chamado Horto Municipal, ou Praça Milton Trindade, com águas residuais de lanches ficam expostas a céu aberto, passando pelo trecho na confluência da Gentil com a Dr. Moraes, que abriga uma feira semanal, chegando à Praça Batista Campos, que dispensa apresentações, até a chic Braz de Aguiar, a visão é quase a mesma: abandono total e absoluto.

É como se Belém, com todo o respeito, fosse a Casa de Mãe Joana; e parece ser. Quem sabe em outros Círios, quando o poder municipal sair deste ‘estado de suspensão’, o turista do Círio poderá ter melhores impressões sobre a “Cidade do já teve”, do descaso e da preguiça.  

Pela previsão da Diretoria da Festa de Nazaré, o Círio deste ano será um dos maiores, senão o maior Círio de todos os tempos, depois de dois anos sem os festejos tradicionais. Os três dias de procissões serão acompanhados por milhões de fiéis, muitos pedindo ajuda, outros agradecendo graças alcançadas e políticos que conseguiram se eleger. 

Com informações Olavo Dutra

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