Spotify analisará se “recorde” de Anitta foi ou não manipulado
O número 1 alcançado por Anitta passará por uma avaliação do Spotify, assim como ocorre em todos os casos que chegam ao topo na plataforma de música. Por isso, o esquema de “Envolver”, revelado por Tilt ontem, estará sob julgamento e, se considerado injusto, pode render punição à artista. As informações são do colunista Ricardo Feltrin.
Vale ressaltar que em grandes sucessos como o de Anitta, Spotify chega a desembolsar para artistas cifras que superam US$ 150 mil (R$ 750 mil).
No mês passado, a brasileira foi alçada à primeira posição do ranking Daily Top 50 Global —algo até então inédito para qualquer artista nacional.
Só naquele dia, sua nova música, “Envolver”, foi reproduzida mais de 6,4 milhões de vezes. Até esta quarta-feira (13) a música segue rumo aos 146 milhões de reproduções.
Como divulgou ontem Tilt, com base em dados do “Rest of World” (publicação sobre tecnologia sem fins lucrativos), há indícios de que fãs da cantora tenham utilizado métodos “heterodoxos” (para dizer o mínimo) para impulsionar o lançamento de “Envolver”.
Entre as ações dos fãs de Anitta sob suspeita estão manipulação do algoritmo de resultados do streaming, com a divulgação de métodos e uso de redes VPN para reproduzir as músicas várias vezes com novos IPs (burla o protocolo-raiz, que permite identificar um equipamento com acesso à internet); e também o possível uso de “robôs” (bots) para reproduzirem a música indefinidamente.



