Após o irmão do candidato Delegado Federal Eguchi (Patriotas) ser vítima de grosseira fake news proporcionada pelo candidato Edmilson Rodrigues (PSOL) no último debate do dia 19 de novembro realizado pela TV RBA, inclusive, tendo que se retratar no dia seguinte nos canais de suas redes sociais, o engenheiro florestal Eduardo Eguchi, irmão de Eguchi, foi vítima de nova acusação.
Veja reportagem aqui: FAKENEWS: Irmão de Eguchi não foi preso e nem condenado no caso Ouro Verde II
A blogueira Ana Célia Pinheiro (blog A Perereca da Vizinha) publicou neste sábado, 21, reportagem com o título “Justiça bloqueia bens de Eduardo Eguchi, irmão do Delegado Eguchi, candidato a prefeito de Belém”, na qual afirma que “O juiz Raimundo Rodrigues Santana, da 5ª Vara da Fazenda e Tutelas Coletivas de Belém, determinou o bloqueio de bens do engenheiro florestal Eduardo Yasuji Martins Eguchi, irmão do delegado da Polícia Federal Everaldo Jorge Martins Eguchi, que concorre à Prefeitura de Belém. A empresa Tecniflora Ltda. e mais quatro pessoas são acusados de crime ambiental, naquele que seria o maior esquema de fraudes do tipo já registrado no Pará, para a extração ilegal de madeira, em vários municípios”.
Acusação falsa – A afirmação de Ana Célia é falsa, sobre um episódio ocorrido em 2013, visto que Eduardo Eguchi não tinha mais ingerência sobre a empresa Tecniflora Ltda., porque ele a havia vendido em 2012.
À época, Eduardo Eguchi teve reação indignada devido ao fato de que Alberto Colares, titular da Semas em 2013, haver citado o nome dele como controlador da empresa Tecniflora Ltda., responsável por um esquema que seria criminoso, montado para permitir o “esquentamento” de madeiras de origem desconhecida.
O empresário Eduardo deixou claro, exibindo inclusive farta documentação, que ele não tinha mais qualquer responsabilidade sobre os atos da Tecniflora, visto que a firma e o projeto de manejo considerado fraudulento haviam sido transferidos para terceiros em 15 de outubro de 2012. E o pior, acrescentou, é que a Semas tinha conhecimento do fato, visto que recebeu em tempo hábil todos os documentos relativos à operação.
Empresa vendida – Ainda em 2013, entre outros documentos, o engenheiro florestal Eduardo Eguchi exibiu cópia do contrato de compra e venda, celebrado em 15 de outubro de 2012. Por esse instrumento, cópia do qual acha-se em poder da Semas, ele transferiu o controle da Tecniflora e do projeto de manejo em Anajás para dois sócios, Edélcio Malcher Dias e Evangelista Oliveira da Silva.
A transferência da firma e do projeto de manejo também foi formalizada, como manda a lei, através de alteração contratual registrada na Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa) sob o número 20000327415.
Eduardo disponibilizou, ainda, cópias de recibo declaratório firmado pelos compradores, garantido por notas promissórias para pagamento em dez parcelas mensais. E ainda protocolou na Semas no dia 11 de setembro de 2013, como ex-proprietário da empresa, esclarecimento de situações e de posse de direitos sobre a responsabilidade da firma Tecniflora Ltda.
Perereca – O que Ana Célia não mostra é que as informações acima são de um reportagem do jornal Diário do Pará, que pode ser consultada aqui neste link: https://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-257842-acusado-chama-secretario-de-leviano.html. Na reportagem publicada neste sábado, 21, Ana Célia cita outra reportagem do Diário do Pará sobre o mesmo assunto. Por que, então, ela não cita a reportagem do mesmo jornal mostrando que Eguchi já havia vendido a empresa e não poderia ter bens bloqueados já que a empresa não era mais dele?
E o que tem por trás dessa reportagem de Ana Célia? O apoio “velado” de Helder Barbalho à candidatura de Edmilson Rodrigues (PSOL). É conhecido e sabido no meio jornalístico de Belém que Ana Célia é a “pena e escrita” dos Barbalho. É ela quem faz o trabalho ‘sujo’ de acusações sem fundamento para beneficiar os adversários políticos dos Barbalho.
E se Ana Célia, que é ‘pau mandado’ dos Barbalho faz matéria com fake news sobre o candidato Eguchi, o intuito seria favorecer Edmilson Rodrigues, ou não?
E bom relembrar que foi ela quem escreveu, em junho deste ano, reportagens sobre uma farsa montada para tentar incriminar a Prefeitura de Belém, acusando-a de superfaturamento na compra de respiradores.
A farsa foi descoberta e o Ministério Público determinou ao jornal Diário do Pará e portal de internet DOL que retirassem as reportagens do ar e, ainda, Ana Célia foi processada pela dona da empresa que vendeu os respiradores à Prefeitura de Belém por fake news e está respondendo a processo por calúnia e difamação.
Veja reportagens aqui: Esquema criminoso pode ter montado fake news sobre os respiradores da Sesma e aqui: Denúncia do ParáWebNews sobre fake news do Diário do Pará e DOL serve de base para reportagem da RedeTV



