“Segunda onda” da Covid-19 não veio após as férias de julho

Por Ronaldo Brasiliense
O “efeito veraneio” – uma segunda onda do terrível novo coronavirus em Belém, que poderia ocorrer em agosto por causa da farra que foi o mês de julho nas praias do Estado – não vingou, graças a Deus.
Todos lembramos muito bem dos engarrafamentos na praia do Atalaia, em Salinas, dis grandes aglomerados nas praias da ilha do Mosqueiro, ou mesmo nos ajuntamentos de veranistas em Outeiro e Cotijuba nos fins de semana de julho, no escaldante verão amazônico.
Muitos especialistas e algumas “bestas do apocalipse chegaram a prever dias terríveis em agosto na capital paraense, com o crescimento geométrico de casos da Pandemia Covid 19 na capital paraense. Nada disso ocorreu.
Ao final da terceira semana de agosto o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, pode inclusive liberar novos circuitos da economia para a população. Não havia, na sexta-feira, 21, nenhum paciente com Covid 19 internado no pronto-socorro da 14 de Março, o mesmo ocorrendo no PSM do Guamá.
“No hospital Dom Vicente Zico, dos 36 leitos, 22 estavam desocupados”, atesta o prefeito Zenaldo Coutinho, lembrando que também nas UPAS a procura por pacientes infectado pela Covid 19 era mínima.
“Vamos caminhando para um novo normal, mas não podemos facilitar. Continua sendo essencial o uso de máscaras, a frequente higienização das mãos, manter um distanciamento mínimo e evitar aglomerações”, recomenda o prefeito da capital.



