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Não podemos ser omissos enquanto cristãos e não podemos entregar nossa nação na mão dos comunistas”, diz Michele Bolsonaro em Belém

A primeira-dama Michelle Bolsonaro participou de um ato de campanha em Belém na manhã desta segunda-feira (10) em uma igreja evangélica da denominação Assembleia de Deus, localizada no final da avenida Augusto Montenegro, em Icoaraci. A visita à capital paraense faz parte de uma turnê de Michelle ao lado da ex-ministra Damares Alves pelo Brasil.

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Do lado de fora da igreja, uma multidão acompanha a visita da primeira dama.

“Vocês são pessoas chave para multiplicar os nossos votos. Não podemos ser omissos enquanto cristãos e não podemos entregar nossa nação na mão dos comunistas”, disse.

Ao longo do discurso, Michele convocou os evangélicos de Belém a conversarem com os indecisos nos próximos dias. 

“Pensem com carinho na hora de conversar com os indecisos. Se algo acontecer não temos para onde correr. A América Latina está tomada [por presidentes de esquerda]”, pediu.

Para a senadora eleita Damares Alves (Rep-DF) o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o que mais fez ações pelas mulheres no Brasil e que as acusações da esquerda de que ele não respeita todas as mulheres são falsas. 

“Viemos aqui para falar de entregas. Aqui no Pará trabalhamos muito pelas mulheres do estado. Mas é claro que eles não vão falar disso. Estamos construindo em Ananindeua e em Breves a Casa da Mulher Brasileira, onde mulheres vítimas de violência serão acolhidas e cuidadas. São inúmeras ações”, afirmou. 

Ela também falou sobre o projeto Abrace o Marajó, que motivou diversas visitas de Damares ao Pará enquanto ministra, com o objetivo de participar de ações sociais e entregas de cestas básicas. A futura senadora criticou o projeto de lei 157/2022, que pede que o projeto seja sustado para que os próprios marajoaras participem da elaboração e formulação do programa. 

“Vou mandar um recado para a esquerda: podem entrar com qualquer projeto e ação. A esquerda quer manter as mulheres do Pará com fome, na miséria, na violência. Chega de mentiras”, disse ela, que depois prometeu que Bolsonaro, caso reeleito, investirá R$4 bilhões nos 17 municípios do arquipélago do Marajó.  

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