Nesta quinta-feira (12 de outubro), a influenciadora de direita Karol Eller, de 36 anos, conhecida por seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), faleceu em São Paulo. A notícia foi divulgada nas redes sociais pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Nas redes sociais, Eller postou uma mensagem indicando um possível suicídio – ela caiu de um prédio. “Perdi a guerra”, escreveu. Também compartilhou um endereço na zona sul de São Paulo e mencionou os Bombeiros. “Me perdoem por causar toda essa dor aos que me amam. Se cuidem por aqui”, afirmou – a postagem não está mais disponível.

Em setembro de 2023, Eller compartilhou uma mensagem anunciando que deixaria de se identificar como lésbica. “Que eu diminua, para que Tu cresças, Senhor, mais, mais. Renúncia! Sim, eu renunciei à prática homossexual, eu renunciei vícios e renunciei aos desejos da minha carne para viver em Cristo”, escreveu ela.
Karol era prima de terceiro grau da cantora Cássia Eller (1962-2001).
Em 8 de janeiro, Eller trabalhava na EBC até o início de 2023, ocupando o cargo comissionado de “assessor 1” na Gerência de Jornalismo Web e Radioagência, no Rio. No entanto, foi demitida após participar dos atos extremistas de 8 de janeiro.
Em dezembro de 2019, Karol Eller foi agredida na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto estava com sua namorada. Na época, recebeu manifestações de solidariedade tanto de apoiadores de Bolsonaro quanto de entidades LGBTQIA+. O caso foi inicialmente investigado como um crime de homofobia. No entanto, após análise de imagens de câmeras de segurança e depoimentos, a Polícia Civil do Rio concluiu que Eller havia iniciado a briga por ciúmes de sua companheira. Os investigadores determinaram que a agressão não foi motivada por homofobia.
POLÍTICOS LAMENTAM MORTE DE ELLER








