Após a confirmação do primeiro caso de mpox em Porto Alegre neste ano, o Ministério da Saúde informou que o Sistema Único de Saúde (SUS) mantém estrutura para diagnóstico, acompanhamento e monitoramento da doença.
De acordo com dados oficiais, o Brasil contabiliza 47 casos de mpox em 2026, com predominância de quadros leves ou moderados e sem registro de mortes. O número é inferior ao verificado no mesmo período de 2025, quando o país somava 260 ocorrências entre janeiro e fevereiro.
Estados com registros de mpox em 2026
Segundo o painel epidemiológico da pasta, os casos confirmados estão distribuídos nas seguintes unidades da federação:
- São Paulo: 41
- Rio de Janeiro: 3
- Distrito Federal: 1
- Rondônia: 1
- Santa Catarina: 1
Em relação ao caso identificado no Rio Grande do Sul, o ministério informou que atua em conjunto com as autoridades locais de vigilância em saúde.
Em nota, a pasta declarou que o país mantém vigilância ativa e resposta estruturada para a mpox. As equipes realizam investigação dos casos e rastreamento de contatos por 14 dias, com o objetivo de interromper possíveis cadeias de transmissão.
Orientações de prevenção
O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas como erupções cutâneas, febre e inchaço de linfonodos procurem uma unidade de saúde para avaliação clínica. Também é recomendado informar histórico de contato com casos suspeitos ou confirmados.
Entre as medidas indicadas estão o isolamento até avaliação médica, quando possível, e a adoção de cuidados de higiene, como a lavagem frequente das mãos.
Nesta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a identificação de uma nova cepa do vírus mpox na Índia e no Reino Unido. O Ministério da Saúde informou que segue acompanhando os desdobramentos internacionais.
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