Inspirado pela vontade de conhecer mais sobre seu próprio estado, Rômulo Dias, criador do projeto @visiteopará, embarcou em uma jornada que durou quase dois anos para explorar os 144 municípios do Pará. Tudo começou com a simples constatação de que ele conhecia apenas algumas poucas cidades paraenses. Ao longo de 548 dias, Rômulo mergulhou em uma rica diversidade que reflete as influências indígenas e africanas presentes no estado, destacando uma gastronomia potente que incorpora ingredientes amazônicos em pratos típicos. Sua exploração incluiu festivais folclóricos, tradições culturais locais, artesanato, uma natureza exuberante e aventuras de tirar o fôlego.
O ponto de partida dessa incrível jornada foi o dia 24 de junho, quando o seu perfil completou três anos de existência. Naquela época, Rômulo compartilhava suas experiências com modestos 60 mil seguidores. Atualmente, a conta conta com mais de 390 mil seguidores, oferecendo a um público amplo e diversificado inúmeras curiosidades e atrações turísticas que o Pará tem a oferecer.

Em seu Instagram, Rômulo compartilha suas descobertas: “Com o @visiteopara, tive a oportunidade de pesquisar mais sobre o Pará, descobri que temos muitas histórias e muitas praias de água salgada, doce, igarapés, serras, mangues, lagoa azul e muito lugar que ainda falta conhecer”.
Ele destaca a diversidade dentro do próprio estado, tanto cultural quanto geográfica, tornando o Pará um lugar rico em biodiversidade e tradições. Após completar a missão de visitar todos os 144 municípios, ele promete ainda mais experiências emocionantes pela frente, demonstrando seu comprometimento em destacar as maravilhas do Pará.

Rômulo deixa uma mensagem para aqueles que ainda não visitaram o estado: “As pessoas precisam conhecer mais o Pará, principalmente, os paraenses. Tem muitos lugares que dá para ir e são bem próximos, dependendo da área em que a pessoa mora. O nosso perfil foi feito com esse intuito, de mostrar que existem sim, lugares incríveis próximos, e que nem imaginamos”.
O projeto aconteceu majoritariamente por via terrestre (90%), com 10% das explorações sendo realizadas por barco, destacando a ilha do Marajó. O objetivo do projeto é promover a diversidade ambiental, cultural, patrimonial e gastronômica do Pará.



