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Estudo da UFPA conclui que número de contaminados por coronavírus em Belém é dez maior que o apresentado

A Universidade Federal do Pará (UFPA) fez um estudo, a pedido do Ministério Público Estadual e Público Federal, sobre o atual cenário do coronavírus no Pará. Em resumo, o Grupo de Trabalho que avaliou os dados concluiu, entre outros pontos, que o número de infectados em Belém é provavelmente 10 vezes maior do que o apresentado.

O estudo também mostra que não é possível afirmar o decréscimo da curva de infectados e que a única estratégica de combate é o isolamento social.

O estudo foi disponibilizado na noite de terça-feira, 2. Até agora o Governo do Estado não se manifestou sobre a pesquisa da UFPA que mostrou, em relatório robusto, que não existe evidências para relaxar o isolamento social e abrir comércio não essencial na Região Metropolitana de Belém.

Este já é o segundo estudo da instituição que mostra que os casos no Pará e na Região Metropolitana de Belém são inconclusivos para se falar em relaxamento do isolamento social.

O estudo foi conduzido pelo Grupo de Trabalho (GT) da UFPA sobre o Novo Coronavírus analisou e aprovou, por unanimidade, a Nota Técnica apresentada pelo Laboratório de Tecnologias Sociais do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFPA, em parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), que avalia o atual cenário da pandemia de Covid-19 no Brasil, com destaque para o estado do Pará.

A Nota Técnica (relatório) pode ser vista integralmente neste link: Nota Técnica: Análise da evolução da pandemia de COVID-19 no Brasil – O Estado do Pará

Com informações da UFPA

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