Elize Matsunaga, condenada em 2012 por matar e esquartejar o marido, Marcos Matusnaga, está trabalhando como motorista de aplicativo de carona em Franca, no interior de São Paulo. A informação foi divulgada pelo escritor da biografia de Elize, Ullisses Campbell.
A plataforma TaxiMaxim confirmou o registro no aplicativo. Em nota, a empresa disse que exige Carteira Nacional de Habilitação, veículo em bom estado e com documentos em dia e que o motorista tenha mais de 18 anos.

Após cumprir dez anos de prisão pelo crime, ela ganhou o direito ao chamado “livramento condicional”, mas, para permanecer nesta condição, precisa cumprir algumas exigências determinadas pela Justiça: uma delas é trabalhar.
Segundo Ullisses Campbell, jornalista e escritor de uma biografia sobre Eliza, ela usa o nome de solteira na plataforma para não ser reconhecida.
“Ela escolheu um Honda Fit e sua nota como condutora é 4.80. Para não ser reconhecida pelos passageiros, a mulher que esquartejou o marido usa o nome de solteira: Elize Araújo Giacomini; e esconde-se por trás de máscaras e óculos escuros”, diz a publicação da página administrada por Ullisses, ‘Mulheres Assassinas’.
Outras plataformas de transporte por aplicativo, Uber, 99 e InDrive, negaram que Elize esteja entre os motoristas cadastrados. Ao confirmar o cadastro de Elize, a Maxim disse apoiar a ressocialização.
Nos últimos dias, internautas compartilharam diversos prints do perfil de Elize no aplicativo de transporte. No perfil da Maxim nas redes sociais, seguidores criticaram a decisão.



