NACIONALNOTÍCIASParáREGIONAL

Desemprego cai no Pará no segundo trimestre de 2022

A taxa de desocupação no Pará, no segundo trimestre de 2022, foi de 9,1%. Teve uma queda estatisticamente significativa em relação à do 1º trimestre (que havia sido de 13,5%). O indicador paraense conseguiu ficar abaixo da média nacional, que foi de 9,3% no mesmo período.

 Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgada hoje (12) pelo IBGE.

A taxa de desocupação mede a proporção de pessoas de 14 anos ou mais de idade que estão desocupadas (não trabalharam, procuraram trabalho e poderiam assumir se tivessem encontrado) em relação ao total de pessoas que estão na força de trabalho, seja trabalhando (pessoas ocupadas) ou procurando (desocupadas).

A queda na taxa de desocupação no Pará, no 2º trimestre, foi resultado da combinação de mais pessoas trabalhando e menos pessoas procurando trabalho, tanto frente ao 1º trimestre deste ano quanto na comparação com o 2º trimestre de 2021. 

De abril a junho, a população ocupada (número de pessoas trabalhando no estado, fosse em ocupações formais ou informais) ficou em 3,7 milhões de pessoas, sendo 1,4 milhões na iniciativa privada e 531 mil no setor público. Apenas 51% dos empregados no setor privado tinha a carteira assinada.

Já a população desocupada (quem não estava trabalhando, procurou trabalho e poderia ter assumido caso tivesse encontrado) ficou em 377 mil no 2º trimestre de 2022.

PA tem a maior taxa de informalidade (61,8%) e SC, a menor (27,2%)

Segundo o IBGE, a taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,0% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (61,8%), Maranhão (59,4%) e Amazonas (57,7%) e as menores, com Santa Catarina (27,2%), São Paulo (31,1%) e Distrito Federal (31,2%).

São 2,3 milhões de paraenses que vivem na informalidade. Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; Empregador sem registro no CNPJ; Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; e Trabalhador familiar auxiliar. 

Além disso, o Pará tem uma taxa de subutilização 27,3% no segundo trimestre. O Piauí (42,3%) teve a maior taxa, seguido por Sergipe (37,4%) e Bahia (34,9%). Já as menores taxas ficaram com Santa Catarina (7,0%), Mato Grosso (10,1%) e Rondônia (11,2%).

Rendimento dos trabalhadores paraenses apresenta estabilidade

O rendimento médio real mensal habitual no Pará foi estimado em R$1.937, mantendo estabilidade frente ao 1º tri de 2022 (R$ 1.884).

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo
Fechar