CRIME

Clubes repudiam sentença e pedem justiça no caso de Mariana Ferrer

Depois dos jogadores, agora alguns clubes também se manifestarem contra a sentença, que tratou como “estupro culposo”, o crime do empresário André de Camargo Aranha contra a promoter Mariana Ferrer, de 23 anos, em 2018.

Nas redes sociais, equipes grandes do cenário brasileiro repudiaram qualquer tipo de violência contra a mulher e ressaltaram a importância da denúncia contra o estuprador.

Entenda o Caso

O empresário André de Camargo Aranha foi acusado de estuprar a promoter de 23 anos durante uma festa em 2018. O promotor Thiago Carriço de Oliveira classificou o estupro como “culposo”. Inicialmente, Aranha havia sido condenado pelo promotor Alexandre Piazza por estupro de vulnerável, quando a vítima está sob efeitos entorpecentes ou álcool e não é capaz de consentir ou se defender. Ele também solicitou a prisão preventiva do acusado, que foi aceita pela justiça, mas foi derrubada em segunda instância pela defesa de Aranha. Com isso, Thiago Carriço de Oliveira, que classificou o crime como “estupro culposo”. O juiz Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, concordou com a tese de Oliveira e absolveu Aranha.

O São Paulo FC repudia a violência de gênero em todas suas formas de manifestação. Toda relação sexual sem consentimento é estupro. Falar em estupro não intencional é desrespeitar profundamente as vítimas e correr o risco de abrir um perigoso precedente. #NãoExisteEstuproCulposo— São Paulo FC (@SaoPauloFC) November 3, 2020

Fonte IstoÉ

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