O cenário de lixo espalhado pelas ruas de Belém tornou-se uma triste realidade, tornando-se um probelma crônico que persiste em diversos bairros da cidade. Locais como a avenida Transmangueirão, entre a avenida Centenário e a rodovia Augusto Montenegro, e a travessa Antônio Baena, entre as avenidas Marquês de Herval e Pedro Miranda sofrem com a proliferação dos lixões.
Esses locais sofrem com o despejo de resíduos de diferentes naturezas, que incluem desde garrafas de vidro e plástico até móveis e restos de materiais orgânicos. Além disso, a presença preocupante de seringas com agulhas expostas foi notada, representando um sério risco à saúde pública devido à possibilidade de contaminação por doenças graves.
Para a população local, como o autônomo Carlos Figueiredo, de 59 anos, essa situação é uma constante. “Além das seringas, é possível encontrar de tudo. É uma vergonha ver nossa cidade, prestes a sediar a COP 30, deteriorando-se diariamente, negligenciada pelas autoridades”, lamentou. Figueiredo também destacou os problemas enfrentados pelos pedestres e ciclistas devido ao acúmulo de lixo nas vias.
Ao longo da travessa Antônio Baena, a situação não é diferente: o descarte irregular de resíduos inclui desde restos de alimentos até animais mortos, criando um ambiente propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue e outras enfermidades graves.



