Após festa interrompida pela polícia, empresário deixa casa de Elba Ramalho em Trancoso
A cantora Elba Ramalho resolveu rescindir o contrato de aluguel de sua casa em Trancoso, no litoral sul da Bahia, após se ver “no olho do furacão” por causa de uma festa para 500 pessoas, que foi interrompida pela polícia. O empresário Guilherme Souza, que estava na residência da artista desde o dia 25 de dezembro e ficaria até o dia 4 de janeiro, acatou o pedido da cantora e deixará o local. Ele ainda pediu desculpas à Elba.
Veja a postagem de Elba no Instagram:
Nota do empresário – “Era um encontro apenas para os hóspedes da casa, mas infelizmente – com o boca a boca – tomou proporções inaceitáveis. Peço desculpas não só a Elba, mas a toda comunidade de Trancoso e não voltará a acontecer”, disse o empresário ao jornal “Correio”, em trecho publicado no Instagram da cantora: “Inclusive, diante do ocorrido, estou acatando o pedido da Elba para a rescisão do contrato de locação”.
Na manhã de quarta-feira, 30, a cantora foi às redes sociais esclarecer que não tinha nada a ver com o evento. Ela afirmou que está hospedada no Club Med, a quilômetros do local, e sua residência estava alugada.
“É de praxe, todos os anos a gente aluga. Eu não sabia que na casa estava tendo uma festa nessa proporção como aconteceu. No momento, eu estava na missa, fazendo a minha leitura, rezando meu terço, depois fiquei com algumas amigas conversando. Fui comer um sanduíche vegano porque estava com fome e comecei a receber um montão de mensagens e ler as notícias e fui tentando digerir tudo isso”, desabafou a artista.
Situação chata – A paraibana, de 69 anos, disse que é a situação é muito chata, já que ela, como artista, tem que dar um bom exemplo aos fãs e é uma pessoa responsável. Elba afirmou que ainda não sabe quem vai responder pela festa.
“A polícia parou a festa que estava acontecendo na minha casa, mas não foi feita por mim, eu não estava presente e nem sabia”, declarou a cantora, que completou: “Eu estava até preocupada com o que pudesse acontecer na casa. Ontem [dia 29], eu passei lá e as pessoas que alugaram não estavam. Falei com os meus funcionários, levei máscaras para eles. Perguntei se estava tudo calmo, tranquilo. Saí e nem conheço direito as pessoas. Sei quem são, mas foi um contrato feito através de uma empresa”.
Fonte: jornal Extra



