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Açaí extrativista gerou R$588 milhões em 2018; Pará é o maior produtor nacional

Os produtos extrativos não-madeireiros registraram crescimento de 2,3% no valor da produção, totalizando R$ 1,6 bilhão. Esse tipo de atividade extrativista exerce grande relevância para os povos e comunidades tradicionais, contribuindo para a ocupação da mão-de-obra e distribuição de renda. 

O grupo dos alimentícios, o maior entre os não-madeireiros da extração vegetal, apresentou discreto aumento do valor da produção (0,8%), totalizando R$ 1,2 bilhão. O açaí continuou registrando a maior participação, em termos de valor, nesse grupo (48,3%).

O açaí amazônico é coletado de uma palmeira nativa da região, tendo 92,1% de sua extração concentrada nos estados da Região Norte. Em 2019, a produção somou 222,7 mil toneladas, 0,5% acima da obtida no ano anterior. Em termos de valor, entretanto, houve retração de 0,6%, totalizando R$ 588,6 milhões.

O Pará registrou a maior produção de açaí, com 151,8 mil toneladas, o que representa um volume 2,8% maior que o observado no ano anterior. No ranking dos 10 Municípios que registraram os maiores volumes em 2019, oito são paraenses, sendo que o Município de Limoeiro do Ajuru segue ocupando a posição de maior produtor nacional de açaí extrativo, respondendo, sozinho, por 18,9% do total nacional. 

Fonte IBGE

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