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Aluno é agredido no Colégio Marista, em Belém

Família relata violência física e episódios de bullying; caso é apurado de forma sigilosa

A Polícia Civil do Pará investiga uma denúncia de agressão contra um estudante nas dependências do Colégio Marista, localizado no bairro de Nazaré, em Belém. O caso teria ocorrido na quarta-feira (11) e é apurado sob sigilo.

De acordo com relato da família, o aluno foi atingido com socos no rosto por outros estudantes dentro da unidade escolar. A identidade e a idade da vítima não são divulgadas, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Testemunhas informaram que outros alunos teriam acompanhado a situação. Segundo a família, a agressão só foi interrompida após a intervenção de um adulto que passava pelo local. O estudante foi submetido a exame de corpo de delito, que confirmou lesões.

Família relata histórico de bullying

Os responsáveis afirmam que o aluno enfrenta episódios de violência e bullying desde 2025. Entre as situações relatadas estão ofensas, agressões físicas e constrangimentos praticados por colegas.

A família declara ter comunicado a direção da escola em ocasiões anteriores. Segundo os responsáveis, não houve medidas consideradas suficientes para impedir novas ocorrências.

Medidas legais

O advogado da família informou que o boletim de ocorrência poderá ser convertido em Termo Circunstanciado de Ocorrência. A escola e os envolvidos devem ser chamados para prestar esclarecimentos. Dependendo do andamento, poderá ser instaurado inquérito policial.

Além da esfera criminal, a família avalia ingressar com ação cível. Os responsáveis também alegam que solicitaram acesso às imagens do circuito interno de segurança.

Posicionamento da instituição

Em nota, o Colégio Marista informou que acompanha situações envolvendo estudantes com base em sua política institucional de proteção integral, alinhada ao ECA. A instituição declarou manter campanhas internas voltadas à convivência escolar e disponibilizar canal específico para registro de denúncias, inclusive de forma anônima.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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