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PF prende 42 suspeitos ligados ao crime organizado do Pará em operação em sete estados

Ação integrada atingiu organização criminosa com atuação no Pará e ramificações em outras regiões do país

Uma operação conjunta da Polícia Federal, Polícia Civil e Secretaria de Administração Penitenciária do Pará resultou na prisão de 42 suspeitos de integrar uma organização criminosa com atuação no estado. A ofensiva ocorreu em sete estados brasileiros e envolveu o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão.

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (17), 42 pessoas suspeitas de ligação com uma organização criminosa que atua no Pará. A ação, batizada de Operação Coalizão, foi realizada de forma integrada com a Polícia Civil e a Secretaria de Administração Penitenciária do Pará, além de forças de segurança de outros estados.

Segundo a PF, do total de presos, 32 têm ligação direta com o crime organizado, seis respondem por homicídios, dois por tráfico de drogas e dois eram foragidos da Justiça, que foram recapturados durante a operação.

As prisões e os 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em 15 municípios paraenses, incluindo Belém, Ananindeua, Marituba, Abaetetuba, Santarém, Itaituba, Tucuruí, Muaná, Óbidos, Almeirim, Monte Alegre, Juruti, Capanema, Colares e Santo Antônio do Tauá. A operação também alcançou cidades nos estados do Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Amapá e Rio de Janeiro.

Prisões em flagrante e apreensões

Durante a ofensiva, foram registradas quatro prisões em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo, tráfico de entorpecentes e uso de documento falso. Com os suspeitos, os agentes apreenderam porções de maconha, cocaína e três armas de fogo.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados fazem parte de uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, extorsões e ataques contra agentes da segurança pública, o que motivou a mobilização de forças de segurança de diferentes regiões do país.

Atuação integrada

A operação contou com a participação do GAECO, das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO) dos estados de Goiás, Amapá e Mato Grosso, além de diversas unidades da Polícia Civil do Pará, como a CORE, a DRCO e superintendências regionais.

Também atuaram na ação a Superintendência da Polícia Federal no Pará, polícias militares e civis de outros estados e as Secretarias de Administração Penitenciária do Pará, Maranhão, Amazonas, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Goiás.

Segundo a PF, as investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar o mapeamento da atuação do grupo dentro e fora do Pará.

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