Militante do MBL volta a criticar COP 30 em Belém e aponta uso político da agenda ambiental
A realização da COP 30, prevista para novembro de 2025, tem mobilizado investimentos públicos e privados estimados em cerca de R$ 5 bilhões, destinados à infraestrutura urbana, mobilidade, saneamento e revitalização de espaços públicos
O empresário, militante e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, voltou a mencionar o Pará em um vídeo publicado em suas redes sociais. No conteúdo, ele critica a realização da COP 30 em Belém — tema que já foi abordado por outras figuras conhecidas no país.
Renan questiona a real motivação por trás do evento, que, segundo ele, estaria sendo utilizado por políticos com o objetivo de lucrar com a pauta ambiental.
Ele também menciona os gastos públicos e a situação das áreas periféricas de Belém, que, segundo afirma, “andariam sobre os próprios dejetos”, em referência à ausência de saneamento básico e redes de esgoto nas regiões favelizadas da capital paraense.
Ele ainda questiona a elite política, que estaria enganando a população com um discurso de que o “Pará será mais notado”. Vale ressaltar que a região norte historicamente é deixada de lado nas grandes discussões, embora abrigue a Floresta Amazônica e sua rica biodiversidade, motivo de desejo por várias potências mundiais.
A realização da COP 30, prevista para novembro de 2025, tem mobilizado investimentos públicos e privados estimados em cerca de R$ 5 bilhões, destinados à infraestrutura urbana, mobilidade, saneamento e revitalização de espaços públicos, algo que, até então, nunca tinha ocorrido em uma cidade do norte do país.
Conteúdo relacionado:



