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Preço do litro do açaí chega a R$45,00 em Belém

O açaí é uma fruta típica da região amazônica, muito apreciada pelos brasileiros, em especial pelos paraenses. Porém, para tristeza dos consumidores dessa deliciosa iguaria, o preço do litro do açaí voltou a subir e pode chegar a até R$ 45 em Belém.

De acordo com pesquisas divulgadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o litro do açaí apresentou uma trajetória de preços ascendente no primeiro trimestre deste ano, com reajustes bem superiores à inflação calculada para o mesmo período. O açaí do tipo médio, o mais consumido, encerrou o ano passado sendo comercializado a R$ 19,28. No início deste ano, o litro do mesmo foi comercializado em média a R$ 19,92; em fevereiro foi comercializado em média a R$ 21,22 e em março, com novo aumento, foi comercializado em média a R$ 25,89, o que representa um aumento de 22,01% em relação a fevereiro. No balanço comparativo de preços do 1º trimestre deste ano, o açaí acumulou alta de 34,28%.

Além disso, os preços do litro de açaí variam bastante de acordo com o local de venda, havendo diferenças de preços entre feiras, supermercados e pontos de vendas espalhados pela cidade. Na última semana do mês de março, por exemplo, o litro do açaí do tipo médio foi encontrado com preços que variavam entre R$ 20,00 e R$ 30,00, dependendo do local de venda.

O preço do litro de açaí do tipo grosso também apresentou alta expressiva no primeiro trimestre deste ano. Em dezembro do ano passado, o litro desse tipo de açaí foi comercializado em média a R$ 29,27. Já em março deste ano, foi comercializado em média a R$ 37,20, um aumento de 16,61% em relação a fevereiro. No balanço comparativo de preços do primeiro trimestre deste ano, o produto acumulou alta de 27,09%.

Nas feiras livres, o litro do açaí do tipo grosso foi comercializado com preços girando em torno de R$ 35,00, enquanto nos supermercados o preço chegou a atingir R$ 45,00.

Os reajustes nos preços do litro do açaí (tipo médio ou grosso) acumulam altas bem superiores à inflação calculada em 1,88% (INPC/IBGE) para o primeiro trimestre deste ano e também a inflação calculada em 4,36% (INPC/IBGE) calculada para os últimos 12 meses.

Com isso, os paraenses terão que desembolsar mais dinheiro para continuar desfrutando dessa iguaria tão apreciada, o que pode afetar o consumo e a economia local.

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