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Operação Samaúma inutiliza instalações ilegais em terra indígena no Pará

São Félix do Xingu (PA) – No dia 29 de julho, o Comando Conjunto Norte, formado pelo Comando Militar do Norte, Comando do 4º Distrito Naval (Cmd4DN) e Comando Aéreo Norte, inutilizou instalações que davam suporte a atividades ilegais no interior da Terra indígena Trincheira Bacajá. A ação ocorreu em apoio à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), à Polícia Federal (PF) e à Força Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Militares do 50º Batalhão de Infantaria de Selva realizaram a segurança aproximada dos agentes dos órgãos na missão que culminou na invalidação de duas instalações e de uma ponte que eram utilizadas para atividades não regularizadas, como garimpo e desmatamento ilegais, dentro da Terra indígena. Os agentes também retiraram cercas de lotes de terra demarcados ilegalmente na região.

A Terra Indígena possui 1.651.000 hectares, englobando áreas dos municípios de Altamira, Anapu, São Félix do Xingu e Senador José Porfírio, todos no Pará.

A atividade contou com o apoio de dois helicópteros, um do Cmd4DN e do 4º Batalhão de Aviação do Exército.

Operação Samaúma

A Operação Samaúma, de garantia da lei e da ordem ambiental, ocorre em terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União e, mediante requerimento do Governador, em outros sítios do estado. Todas as atividades ocorrem em conjunto com órgãos e agências de proteção ambiental e de segurança pública.

Conforme o decreto número 10.730, de 28 de junho de 2021, a atuação dos militares do CCjN, que iniciou dia 28 de junho, ocorre nos municípios paraenses de Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, São Félix do Xingu e Trairão e seguem até o dia 31 de agosto de 2021.

O nome da Operação homenageia a árvore conhecida como rainha da Amazônia, que guarda e distribui água para outras espécies e também pode ser chamada de mafumeira, sumaúma e kapok.

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