
O Pará concentra 57% das “startups” voltadas ao agronegócio. É o que mostra Radar Agtech Brasil 2020/2021, elaborado em parceria entre a Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens Research and Consulting, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aponta que o País já conta com 1.574 startups atuando no agronegócio – as agtechs.
O Pará possui 15 empresas de base tecnológica voltadas para o agronegócio. A região Norte toda possui 26 agtechs.

“A Embrapa, como empresa pública de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), está ampliando suas parcerias para o desenvolvimento de novas soluções e apoiando o fortalecimento de ecossistemas de inovação com diversas organizações para gerar e disseminar resultados com soluções para agricultores e usuários finais, ou seja, para a sociedade. Dessa maneira, desenvolve conhecimento crítico e busca a complementaridade de ativos com esses atores do ecossistema – startups e investidores – dando ênfase à sustentabilidade e proteção dos interesses nacionais para continuar fortalecendo a proeminência do Brasil no agronegócio mundial”, afirma a diretora da Embrapa Adriana Martin Regina.
O que são agtechs?
O termo agtech surgiu nos Estados Unidos para denominar empresas que promovem inovações no setor do agronegócio a partir de novas tecnologias aplicadas ao campo. Entre elas, figuram:
● Softwares para o setor;
● Iniciativas voltadas para a criação de alternativas energéticas;
● Aproveitamento de resíduos;
● Controle ambiental;
● Monitoramento;
● Biotecnologia e sementes, entre outras.



